Hoje é domingo e estamos rumo a Campinas para fazer um treinamento com o LUME.
No total ficaremos uma semana lá, num mergulho intenso de pesquisa.
Serão três dias de treinamento para o ator e dois dias de comicidade.
Essa viagem faz parte de uma pesquisa do "ator marginal" que a Cia. Humbalada está pesquisando.
Muitas discussões, dúvidas, suor, cansaço, dedicação, olhares!
Vamo que vamo!
Depois atualizaremos nossas anotações sobre o treinamento!
Ueba!
domingo, 11 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Espectador na área!
Recebemos por email um relato sobre o espetáculo "Não Tem Ninguém Com Esse Nome".
Quem escreveu foi Igor Miranda, que conhecemos na pracinha quando estávamos realizando a Mostra Beiçola. Igor é professor e estudante de letras.
Depois da Mostra, Igor se tornou um grande parceiro. Na temporada que fizemos do espetáculo, Igor foi e escreveu sobre!
VIVA!!! Espectador que escreve e pensa sobre a peça, é isso aí!!!
Valeu Igor!
Vejam vocês...
Quem escreveu foi Igor Miranda, que conhecemos na pracinha quando estávamos realizando a Mostra Beiçola. Igor é professor e estudante de letras.
Depois da Mostra, Igor se tornou um grande parceiro. Na temporada que fizemos do espetáculo, Igor foi e escreveu sobre!
VIVA!!! Espectador que escreve e pensa sobre a peça, é isso aí!!!
Valeu Igor!
Vejam vocês...
Não tem ninguém com esse nome
“Nenhum homem é uma ilha, inteiramente isolado; todo homem é um pedaço de um continente, uma parte de um todo” – John Donne
Espetáculo artístico de Bruno César, autor e criador de “Não tem ninguém com esse nome”, apresentado as quintas-feiras de novembro na CIA de Teatro Humbalada, proporcionou uma visão real e bem peculiar dos dias atuais.
Você por acaso já se pegou falando sozinho? Não daquelas maneiras, que resmungamos com alguma coisa, mas sim pelo fato de não haver ninguém com quem dialogar. “Não tem ninguém com esse nome” é uma peça teatral crítica,
terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
As margens de um novo processo
Viajando entre as Avenidas e escolhendo praças para circular o espetáculo
Cada praça mantem uma brasa dentro da gente, cada folha, cada casa, cada banco, cada pessoa. Com um olhar brilhante, de quem quer saber tudo, a gente embarcou a pé e de coração.
Quando chegamos, eu me lembro que a gente falava muito. Com o passar do dia fomos "aquetando", até chegar no silêncio absoluto. Nosso olhar era única maneira de comunicação.
O silêncio é importante, é o momento em que a gente recebe, quase em um termo religioso, é nesse momento que a gente consegue analisar, sentir, ficar em crise e outras sensações.
Recebemos cada lugar como cada lugar recebeu a gente.
Nada era nem parecido com o que a gente tinha imaginado, nossas opiniões viraram pó, e dali do pó de terra, nasceram ideias, pensamentos e vontades.
Aquela água brotava vida e transbordava as nossas vidas de sensações. É inevitável que passemos por sensações ao pensar uma construção artística num lugar que nos causa tantas questões, calor, frio, fome, cheiros e muitas vontades...
Não pensem que não somos acostumados com toda essa realidade, pois essa realidade é nossa. Circular um espetáculo por esses lugares faz muito sentido pra gente, e montar um novo espetáculo faz muito, mas muito, sentido. Claro, vontades não faltam. Mas é uma passo grande, medos, angústias e muitas perguntas:
Pra quem? Por quê? Como?
Assim vamos continuando o processo, muitas perguntas, muito silêncio e muita vontade.
O que vai dar, ou onde vai dar não sabemos, mas estamos beirando as margens de um novo processo.
"Tenho fome e a minha fome não se limita ao pão
Tenho fome daquilo que não posso comer
Quero me atirar na represa
Estou represada
Suja
Em um canto qualquer represado e reprimido
Estamos na beira do buraco, na beira da represa, na beira do mundo"
Tatiana Monte
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Inauguração do Espaço Humbalada...
Dia 04 de novembro foi um dos dias mais esperado por nós, a grande festa, a celebração, compartilhar com os amigos e parceiros uma nova etapa.
Limpamos o espaço durante a semana, montamos balcão, costuramos almofadas, passamos, lavamos e criamos um espaço para receber os amigos, abrimos as portas da nossa casa para compartilhar as ideias.
Convidamos grupos para programação do dia, e o dia foi bonito, cenas, músicas, amigos, nossa história ali na boca dos vizinhos.
E assim começamos os trabalhos! Salve os trabalhos meu povo.
Espaço abriu suas portas para uma programação de novembro!
Então sinta-se à vontade em chegar e entrar... Tomar uma água, trocar utopias e realizar ações!
Nosso Banquete
E o banquete está posto na mesa
a fruta, a taça, as ideias
Vamos gozar com o gosto doce das conversas
e o azedo da falta de respostas
Corta o pão, beba o vinho
Aqui tem carinho, pão, teatro, arte e pessoas
Assim é nosso jantar
Vem é só chegar caro amigo
Não vou te convencer de nenhuma revolução
quero olho no olho
Quero o singelo do pensamento
Quero refletir e falar
Amigo
Aqui você pode falar
Mas se quiser o silêncio
Vamos silenciar
Tatiana Monte
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Boletim Novembro
Muito trabalho em novembro! Estamos felizes em já começar, nesse ano, uma programação bacana e especial pra todos. Quando puder, apareça!!!
Clique na imagem para vê-la maior
Eis a questão!
Como conseguir captar recursos com a sede do grupo sem mercantilizar nosso teatro? Heim? Heim? Heim?
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